Andámos de Seat leon de WTCC9 Julho 2010 Uma volta como co-piloto no autódromo de Portimão, no interior dum Seat Leon.  Clique nas imagens em baixo para ampliá-las
Faltavam duas semanas para a jornada do WTCC em Portugal no circuito de Portimão, quando o www.velocidadeonline.com, recebe um convite por parte da Monroe Portugal, que numa acção de divulgação da sua linha de produtos para o ramo automóvel composto por suspensões e escapes, dava-nos assim a oportunidade de fazermos uma volta como co-piloto no autódromo de Portimão, no interior dum Seat Leon utilizado na época passada no WTCC. A concretização deste convite chegou ao final da tarde do passado sábado, quando um reduzido numero de jornalistas foram reunidos junto da box nº 17 do circuito de Portimão, onde se encontrava sedeada toda a equipa da Seat Sport, que dispunha de um espaço próprio, onde se encontrava dois Leon, um com as côres da Monroe e outro todo preto, com as cores da Sunred. Dois dos Seat Leon presentes no local, o de cor azul com as cores da Monroe, teve ao volante o piloto suíço Fredy Barth, que participa no WTCC com o carro nº 18, e o segundo Leon de cor preta da Sunred, teve Tiago Monteiro ao volante com alguns convidados. A nos não tivemos sorte de poder andar ao lado do piloto português, que cedeu o volante do Leon a outro piloto, tendo-nos calhado o piloto espanhol Óscar Nogues, vencedor das duas primeiras corridas da Copa Leon. Depois de termos colocado o meu capacete próprio, entrei a bordo do Seat Leon, e sentei-me na bacquet, enquanto um dos mecânicos adaptava os contos ao meu corpo, de forma a poder ajustar o melhor possível, e ficar bem preso à bacquet, perante as emoções que ia sentir. Já bem sentado e com a porta do meu lado fechada, cumprimentei Óscar Nogues, expliquei que com aquela volta era já a terceira vez que andava na pista ( as outras foram com safety car ), mas nunca lá tinha andado de Seat Leon originário do WTCC. De seguida expliquei ao nosso “motorista “ que sou jornalista e aquilo que eu queria sentir dentro do Leon. Perante estas trocas de palavras, Óscar Nogues dá o ok, engrena a 1ª velocidade e suavemente sai para a pista, onde após ter passado o semáforo verde, entra em pista, começando a acelerar a fundo trocando rapidamente de velocidades, até começar a travar de forma ligeira para a 1ª curva à direita, com as rodas do meu lado bem em cima do corrector que delimita pista, entrando logo de seguida para a segunda curva, sempre a acelerar, para depois na terceira curva para a direita reduzir um pouco, e depois de passar a curva, voltar a acelerar a fundo, para vencer a pequena subida, entrando depois à recta que surge do lado esquerda da torre VIP, onde se sente a potencia do Leon, abordando a curva para a esquerda, sem antes reduzir em três velocidades, com uma travagem bem a fundo, sentindo-se aqui a potência de travagem dum verdadeiro carro de Turismo, prosseguindo depois para uma nova subida, sempre a trocar de velocidades e a andar cada vez mais depressa, para depois surgir uma ligeira redução na 1ª curva para a direita, que sobe logo, onde Óscar Nogues deixou o Seat Leon ir ao corrector, sempre a aproveitar o espaço disponível da pista, para depois fazer a lomba, na qual o Leon descolou as rodas da frente do chão, aterrando logo de seguida, aumentando a adrenalina no local onde queríamos sentir isso mesmo, descendo muito depressa, e fazendo nova subida para a esquerda, para depois entrar numa nova curva para a direita que são duas curvas, e que exige um certo cuidado por parte dos pilotos, por isso são frequentas as saídas de pista no local.Com uma travagem forte, toca a descer de novo, para subir de novo para duas esquerdas, que se fazem bem depressa, sem aliviar muito, para depois redundar numa nova curva para a direita a descer, que também obriga a certos cuidados por parte do piloto, pois o releve é ao contrário, o que também implica diversas saídas de pista, dando depois inicio à longa direita que nos leva até à entrada da recta da meta, e que dá acesso às boxes.
O passeio das emoções estava assim terminado, depois desta fabuloso experiência só temos de agradecer a atenção e a disponibilidade de Óscar Nogues que foi o nosso “motorista de serviço”, a João Vila que foi o mentor de toda esta concretização do sonho, da Sunred, por nos ter proporcionado ter andado num dos seus carros, e finalmente à Monroe.
Texto de João Raposo no autódromo de Portimão – Algarve – www.velocidadeonline.com
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