newsletter

Receba gratuitamente e em 1ª mão as notícias do aftermarket automóvel! 



Lavar o carro de forma ecológica

19 Junho 2009

A propósito do dia mundial do Ambiente, Elefante Azul recomenda um consumo responsável de água.

- De acordo com os dados avançados pelo Elefante Azul, os portugueses lavam o seu automóvel cerca de 15 vezes por ano;

- O método de lavagem com a tradicional mangueira supõe um consumo 10 vezes maior ao do sistema de alta pressão utilizado nos centros especializados e um gasto adicional de 7.000 litros de água por ano;

- A lavagem manual contribui para a degradação ambiental uma vez que os detergentes de limpeza e os resíduos que se acumulam no veículo são escoados para a rede fluvial.

A propósito do dia mundial do ambiente, celebrado no passado dia 5 de Junho, o Elefante Azul, líder de mercado no sector da lavagem automóvel, chama a atenção para o desperdício de água que supõe a lavagem tradicional do carro - à porta de casa e com uma mangueira sem controlo de pressão.

Esta tarefa, que se tornou um costume recorrente na maioria dos lares, tem consequências nefastas para o ambiente, além de resultar dispendiosa para a carteira.

Lavar o carro é uma das actividades que pode supor um gasto exagerado de água, mas não obrigatoriamente. De acordo com as estimativas do Elefante Azul, os automobilistas portugueses lavam os seus veículos cerca de 15 vezes por ano.

Recorrendo ao processo de lavagem de água com pressão, 40 ou 50 litros de água são suficientes para lavar a chaparia de um automóvel ligeiro. Por conseguinte, bastariam 750 litros anuais por utilizador para manter a limpeza do veículo. Lavar o carro em casa com água potável e a típica mangueira doméstica está proibido em algumas autarquias pelo consumo desnecessário que representa (aproximadamente 500 litros de água por cada lavagem). Tendo em conta a média de 15 lavagens por ano, a lavagem com mangueira representaria um gasto de 7.500 litros de água anuais, ou seja, aproximadamente mais 7.000 litros que utilizando o método de água com pressão.

Os túneis de lavagem são uma opção intermédia que, estando perfeitamente regulados por lei, implicam igualmente um gasto excessivo de água. Este sistema de lavagem de veículos consome entre 75 e 300 litros por viatura, consoante a instalação disponha ou não de um sistema de reciclagem da água.

“Lavar o veículo no jardim ou na rua, bem como em centros de lavagem que não estão preparados para o tratamento de águas usadas, contamina e consome grande quantidade de água. Na lavagem manual, o desperdício de água é excessivamente elevado por falta de um controlo eficiente, enquanto, nos centros de lavagem com pressão, o consumo é menor e regulado para que o utilizador consiga os melhores efeitos com o mínimo de gastos possível”, sublinha Ernesto Barrera, Responsável Técnico de Elefante Azul na Península Ibérica.

Acrescenta também que “a sujidade do carro pode conter restos de pó e insectos, restos de contaminação ambiental das zonas urbanas, resíduos provenientes de carros como metais pesados de discos de travões, resíduos com hidrocarbonetos pela combustão, ou não, da gasolina... por tudo isso, lavar o veículo em casa, seja com mangueira ou com um balde de água, implica que todos esses resíduos são escoados para a rede fluvial ou directamente para a rede freática, contribuindo para a degradação do meio ambiente.”

Abster-se de lavar o carro também não é a solução. Ernesto Barrera alerta para o facto de que “se acumularmos muita sujidade no veículo e se deixarmos que a chuva o lave, parte da sujidade pode ir directamente para a rede freática e continuaremos a contaminar e a prejudicar gravemente o meio ambiente”.

O consumo de água e os sistemas de lavagem

Em Portugal existem, basicamente, três formas de lavagem: a alta pressão; os túneis de lavagem, com ou sem reciclagem de água, e a manual. As diferenças no consumo de água são notáveis: o sistema de lavagem por pressão utilizado pelo Elefante Azul, gasta cerca de 50 litros por veículo, enquanto o consumo do túnel com reciclagem é, aproximadamente, o dobro.

Entre a lavagem manual de um veículo com mangueira e outro com alta pressão, pode-se poupar mais de 90% no consumo de água. Lavar o automóvel no jardim, na rua ou simplesmente nos centros não preparados para o tratamento e poupança de água, supõe um gasto inútil de água e um efeito nocivo no meio ambiente.

A escassez de água é um problema que se tem vindo a intensificar ao longo do tempo, comprometendo o nosso bem-estar e qualidade de vida. Alguns nomes da comunidade científica reforçam inclusivamente que a “água é um bem cada vez mais escasso e que deveria ser considerado Património da Humanidade”, apelando deste modo à consciência cívica de cada indivíduo, para o gasto negligente de um bem que é de todos.

Sobre Elefante Azul

Actualmente, Elefante Azul dispõe de 60 centros de lavagem em Portugal - 2 próprios e 58 em Franchise-, configurando-se como líder indiscutível no sector da lavagem automóvel.

Elefante Azul opera em Portugal desde 1989 e a sua sede está situada na zona de Famões, arredores de Lisboa, gerindo tanto os centros próprios como a expansão da rede de Franchising.

Na Europa, o número de centros Elefante Azul ultrapassa os 800.



Elefante Azul
Quem Somos   |   Contactos   |   Publicidade   |   MKT Empresas   |   Condições Legais